terça-feira, 9 de setembro de 2014

II Fórum de Psicanálise e Cinema - 2014

Vermelho como céu


                      DATA: 22/09/2014 - SEGUNDA-FEIRA
    HORÁRIO: 19:30
       CONTATO: (71) 33478777
              Local: Sala de Arte Cine Vivo/ Shopping Paseo Itaigara
                          Coordenação: Margarida Serrão


          


domingo, 4 de maio de 2014

O feminino e suas especificidades


II Fórum de Psicanálise e Sociedade - 2014

                               Psicanálise e Política


                   DATA: 26/05/2014 - SEGUNDA-FEIRA
 HORÁRIO: 19:30
   CONTATO: (71) 33478777
              Local: SARTRE COC - Unidade Itaigara
                         Emiliano José (Jornalista e escritor)

      




quarta-feira, 9 de abril de 2014

I FÓRUM DE PSICANÁLISE E CINEMA - 2014

                                                               FILME: A CAÇA

                                             DATA: 14/04/2014- SEGUNDA-FEIRA
                                                              HORÁRIO: 19:00
                                                      Local: Saladearte Cine Vivo
                                                       CONTATO: (71) 33478777


                  

Não percam o Fórum de Psicanálise e Cinema dia 14/04 às 19:00h na Sala de Arte - Shopping Paseo!


sexta-feira, 7 de março de 2014

Jornada de Abertura das Atividades - 2014

Um percurso de Freud a Lacan

Coordenação: Euvaldo Mattos, Jacy Soares e Vélia Cotsifis

15 de março de 2014
(8h às 12h e 30 - 13h e 30 às 17h e 30)

Investimento:
R$ 50,00 (profissionais)
R$ 25,00 (estudantes)
LOCAL DO EVENTO: SARTRE COC - UNIDADE ITAIGARA




terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

I Fórum de Psicanálise e Sociedade - 2014

                                                  A Clínica do Social

DATA: 12/03/2014 - QUARTA-FEIRA
HORÁRIO: 19:30
CONTATO: (71) 33478777
Local: SARTRE COC - Unidade Itaigara


Associação De Psicanálise Bahia abre a programação de 2014!!!

"A clinica do social" - dia 12 de março no SARTRE COC unidade Itaigara às 19:30. 

Palestrantes: Jacy Soares e Cláudio Carvalho



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

UM ANÔNIMO NA MULTIDÃO

As declarações do delegado de polícia sobre o jovem que teria acendido o rojão que vitimou Santiago Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes, como calmo e tranquilo, reproduz uma questão inquietante: como pode uma pessoa calma e tranquila se transformar em um sujeito violento ao fazer parte da multidão? Talvez a ansiedade por reconhecimento, próprio do sujeito moderno, nos esclareça um pouco dessa conduta “transformista”.Com a intensificação da vida urbana, a incerteza do ser e do querer também se intensificaram, aumentando a angústia e o medo de nos perdermos como mais um na multidão a passar despercebido. Somos uma sociedade narcisista, não por contemplarmos embasbacados a própria imagem no espelho, mas por sermos reféns do nosso medo da falta de reconhecimento no olhar dos semelhantes, a nos emprestar alguma imaginária dignidade subjetiva. Somos narcisistas por sermos adictos do olhar do outro.A sociedade de massas tem essa propriedade de nos convidar a compartilhar um consenso para nos sentirmos integrados. A forma de nos servirmos desse re-pasto é a submissão a uma conformidade bovina ao aderirmos a narrativas prêt-à-porter, assim como nos engajamos na moda, nos gostos e nas atitudes “da média” – generosamente ofertadas pela mídia. O sacrifício do pensamento autônomo, do questionamento e da capacidade de fazer objeção são efeitos colaterais da pressa de nos desvencilharmos do que nos define como humanos: a dúvida. Durante uma análise, o analisando vai invocar uma multidão de personagens a quem ele vai atribuir significações acerca do seu padecimento neurótico, excluindo-se; como um anônimo na multidão. Para a psicanálise, a realidade psíquica é uma realidade narrativa e o que se pode esperar de uma terapia é que o paciente inclua-se como protagonista, reconhecendo e se implicando subjetivamente na narrativa de sua história ao interrogar-se sobre o enigma frente ao seu desejo. Suportar a solidão das inquietações da intimidade não proporciona o conforto imediato de pertencimento ao rebanho, mas pode proteger um nome de figurar como pária na multidão.

Claudio Carvalho – Psicanalista, analista-membro e vice-presidente da Associação de Psicanálise da Bahia – APBa, autor do livro O Educador e o Psicanalista: Um Diálogo do Cotidiano e articulista-colaborador de A Tarde.

ccarvalho19_23@hotmail.com


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Programação de atividades 2014

Ata de Fundação

25 anos de fundada


O grupo de psicanalistas que ora se constitui tem uma história. Assim, somos alguns a pensar que só se cria uma instituição a partir de um trabalho. 
Para nós chegou o tempo de decidir. Após anos de prática analítica, de trabalho teórico, é possível dizer que nos reconhecemos – reconhecemo-nos às nossas referências, a uma relação específica com o saber, a uma ética.
Nossa referência a Freud e Lacan não é um apelo à palavra do mestre como veredito, tampouco uma relação com os textos sacralizados e, menos ainda, uma via de promover mandarinato. Essa referência é um laço transferencial de trabalho- assim poderia chamar-se também nossa relação com a Associação Freudiana. Laço transferencial de trabalho que instala a pergunta: Quem sou – como eu sou, face a interpelação de meu paciente? Tomada de posição clara, sem ambigüidades, para que o ensino de Lacan se torne algo que nos questione tal qual a obra de Freud interrogou Lacan.
Partindo do fato que somos “doentes das palavras”, não nos interessa privilegiar a história em prejuízo da estrutura, continuar negando que a palavra faz obstáculo à comunicação, perseguir o sonho da intersubjetividade.
Ao apontar que o psicanalista se marca mais pela sua falta a ser do que pelo seu ser, não estamos promovendo uma cautelosa prática silenciosa do tipo “antes de tudo não prejudicar”. O psicanalista há de pagar em palavras, há de pagar com sua pessoa, prestando-se ao desdobramento da transferência.
Após a abertura de Freud, Lacan nos propõe o instrumento de reflexão que são os quatro discursos. Constituir-se em Associação é ainda não se esquivar as conseqüências da tese lacaniana que estabelece o Inconsciente como discurso do Outro, o que engaja a responsabilidade do analista tanto na cura quanto na sociedade. Salvador, Bahia, novembro de 1988. Assinam este Ato: Antonio Fernando Bermudez de Castro Dreyer, Denise Maria de Oliveira Lima, Euvaldo Moreira de Mattos, Juracy Rocha, Maria Cecília Bombana Fonseca, Maria Julieta Villas Voas Mendes, Solange Le Margueresse de Mattos e Velia Teresa Pura Ancares de Cotsifis.



quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ALIENAÇÃO PARENTAL EM TRÊS ATOS


1º Ato: Um casamento chega ao fim, deixando uma criança como expressão maior do amor que um dia uniu corpos e gerou carne; investida, pela via da palavra, de afetos a humanizar o filhote do humano e introduzi-lo numa narrativa enriquecida pela diferença de lugares na enunciação de um pai e de uma mãe. Os desafetos e rancores arrastam a criança para o centro de uma disputa litigiosa. “O que Deus uniu”, em carne, não faz parte do espólio sentimental do casal conjugal.
2º Ato: No tribunal, cabe ao magistrado a tarefa de arbitrar sobre os restos de amor, desembrulhando ressentimentos e preservando o direito inalienável da menor em sua incapacidade subjetiva de manter-se indivisível ante o desenlace conjugal conturbado dos pais. Do magistrado se espera coragem ao tratar objetivamente questões embebidas de subjetividade. O amparo das leis da Polis e a convicção ética do dever em preservar o melhor interesse da criança são as balizas a pavimentar o percurso célere e atento ao longo de um processo que se espera curto. 
3º Ato: O tempo da justiça ao não perseguir o tempo da infância produz angústia, esse momento de suspensão entre o que foi e o que ainda não é; podendo esse angustiante instante se cristalizar ao esbarrar na demissão dos adultos em zelar pelos mais jovens - quando um dos genitores apresenta à criança, em discursos e atos repetitivos, desqualificações sobre o outro genitor, estamos diante da alienação parental. Nesse momento, cabe ao magistrado honrar a toga e a simbologia investida pelo social na expectativa da produção de um ato capaz de barrar o desarranjo emocional do genitor alienador, evitando a tragédia como destino subjetivo da criança ao apontar o drama como condição de nossa humanidade. A magistratura numa democracia não comporta omissões.
Quando a narrativa cristã prega “o que Deus uniu em carne o homem não separa”, são dos filhos, encarnados como graça, de que se trata. Sagrada é a família parental. O magistrado ao guardar a criança do sacrifício imposto pelo genitor alienador cumpre a lei e testemunha que “milagres são coincidências silenciosas de Deus”.

Claudio Carvalho – Psicanalista, analista-membro e vice-presidente da Associação de Psicanálise da Bahia – APBa, autor do livro O Educador e o Psicanalista: Um Diálogo do Cotidiano e articulista-colaborador de A Tarde.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Jornada de Psicanálise da APBa

A fronteira entre o normal e o patológico na psicanálise com crianças e adolescentes

                 29 e 30 de novembro de 2013
                SARTRE COC ITAIGARA




Entrada Franca
Obs: Inscrições Limitadas
33478777 - com Tina ou Denise